O Grafatório e Fernando Pessoa – cartaz

No dia 2 de novembro ocorreu, no Instituto de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra uma sessão para a qual produzi o cartaz de divulgação.

Cartaz:

* Este cartaz foi produzido tendo por base um layout desenvolvido por Ana Sabino.

O debate da sessão em questão abordou um volume de Fernando Pessoa, editado por Diego Giménez e produzido pelo Grafatório, com o título Escrever é Esquecer. A sessão ainda abordou o trabalho do Grafatório de forma geral, contando com a presença de Felipe Melhado, que descreveu o processo de produção do volume de Fernando Pessoa e também de outros livros.


IEBOM falar sobre Brasília – identidade visual

No dia 11 de outubro realizou-se no Instituto de Estudos Brasileiros a primeira edição da iniciativa intitulada IEBOM [ler E é bom!], para a qual eu produzi o cartaz de divulgação, além de participar da comissão de organização.

Cartaz:

IEBOM é uma iniciativa que visa apresentar – com certa periodicidade – um aspecto da história, da cultura ou da literatura brasileira, em ambiente informal, enquanto se toma um cafezinho e se come um bolinho. A primeira edição ficou a cargo de Elizama Almeida, que se propôs a apresentar algumas das fotos que integram o corpus fotográfico realizado por Marcel Gautherot na construção de Brasília.


Sobre o ensino da literatura: a partir de Paulo Franchetti

No dia 30 de setembro foi realizada no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-FLUC) uma jornada intitulada Sobre o ensino da literatura: a partir de Paulo Franchetti, da qual participei da comitê organizador. A jornada foi inspirada, como o título sugere, pelo livro de Paulo Franchetti Sobre o ensino da literatura (UNESP, 2021). Eis o texto descritivo do evento:

A disparidade entre a prática definidora de uma profissão – o ensino da literatura – e o volume de reflexão sobre essa prática manifesta-se, desde logo, na escassez de produção sobre o assunto, quando confrontada com a abundância de escrita sobre literatura. Esse é, aliás, um tópico inicial do recente livro de Paulo Franchetti, Sobre o Ensino da Literatura (2021), que também por essa razão funcionará como fonte e pretexto para a jornada de debate sobre a questão, que o Instituto de Estudos Brasileiros promoverá no próximo dia 30 de setembro, aproveitando para homenagear o trabalho do autor (visita recorrente no IEB nos últimos anos) no domínio dos estudos brasileiros e portugueses. O evento conta com o envolvimento dos Mestrados em Ensino do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas, do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura, do Mestrado e do Doutoramento em Literatura de Língua Portuguesa e ainda com o apoio do Centro de Literatura Portuguesa e do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas.

Participaram na jornada os seguintes especialistas: Abel Barros Baptista (UNL), Alcir Pécora (UNICAMP) [por Zoom], Ana Maria Machado (Universidade de Coimbra), Benedito Antunes (UNESP-Assis) [por Zoom], João Dionísio (Universidade de Lisboa), Osvaldo Manuel Silvestre (Universidade de Coimbra), Rita Patrício (Universidade de Lisboa), Rui Mateus (Centro de Literatura Portuguesa).

Além das tarefas corriqueiras da organização de um evento, fui responsável pela realização do cartaz do evento, a captação de áudio das mesas redondas e a posterior edição e produção de podcasts, que podem ser acedidos através do canal do IEB-FLUC no Spotify e no YouTube.

Cartaz:

* Este cartaz foi produzido tendo por base um layout desenvolvido por Ana Sabino.


O Movimento Modernista, telefone sem fio/telefone estragado – performance

Grupo de Estudos da Deriva , representado por Marcelo Moreschi (UNIFESP), realizou nos dias 17 e 18 de maio, no Instituto de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a performance O Movimento Modernista, telefone sem fio/telefone estragado. Trata-se de um jogo de telefone sem fio/estragado com “O Movimento Modernista”, conferência de Mário de Andrade proferida em 1942 e base da história monumental do modernismo paulista/brasileiro.

A ideia da performance consistia em…

"[...] instaurar artificialmente uma situação na qual o texto circule à deriva, em contraposição à sua normalização parafrástica. Inspirando-se em um dos Jogos de arte de Regina Silveira da década de 1970 (mais precisamente a ação Jogo do segredo – alterações em definições de arte, realizada em 1977 no MAC/USP), propõe-se um jogo de telefone sem fio com o texto integral da conferência de Mário. Especificamente, propõe-se dispor quatro participantes (todos falantes nativos de português europeu e de preferência com pouca familiaridade com português brasileiro) na sala do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de Coimbra. O primeiro deles ouvirá trechos do texto de Mário oralizados por um integrante do Grupo de Estudos da Deriva remotamente do Brasil e sussurrará para o participante seguinte o que ouviu, e assim sucessivamente até o último integrante do círculo. Este reportará o texto ouvido para outro membro do Grupo no Brasil, responsável por transcrever o texto resultante, que depois será publicado, em edição limitada, sob autoria do Grupo de Estudos da Deriva. Prevê-se, no futuro, a replicação da ação com participantes de outros contextos sociais e linguísticos para a produção de outras versões deturpadas do texto." 

Participaram da ação, do Brasil, Vanessa Caspon e Ericson Cruz, integrantes do Grupo de Estudos da Deriva, e as seguintes alunas da Universidade de Coimbra: Carla Pinto, Luísa Batista, Alícia Cardoso, Maria Inês Pichel, Catarina Ramos, Márcia Gonçalves. A produção foi de Carla Pinto, Keissy Carvelli, Thales Estefani e Marcelo Moreschi.

Pode-se assistir a um trecho da performance e ler um breve balanço sobre sua realização nesta ligação.

Materialidades da Literatura na Torre Literária: novos objetos de investigação em estudos literários

No último dia 13, participei do evento “Materialidades da Literatura na Torre Literária: novos objetos de investigação em estudos literários”, que ocorreu na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão.

O evento iniciou com uma visita de estudo à exposição “Torre Literária: Louvor e Simplificação da Literatura Portuguesa”, organizada por aquela Fundação. Em seguida, demos uma amostra das investigações e criações literárias desenvolvidas no âmbito do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura e do Mestrado em Escrita Criativa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Patrícia Reina e eu apresentamos a comunicação “(Im)probabilidade literária: texto-objeto-feijão-mágico e o processo combinatório na leitura”, na qual tratamos do processo de concepção do nosso Texto-objeto-feijão-mágico.

Link para notícia no blog MATLIT: https://matlit.wordpress.com/2022/05/26/materialidades-da-literatura-na-torre-literaria/