I was very honored and proud to participate with my presentation entitled “Fairy Tales from Fiction to Reality: Escaping from the Wolves Through Transmediality”. Unfortunately, I had to participate online this time, but I hope to be present at the upcoming colloquia organized by this inspiring association.
Começa hoje o ciclo “Reimaginar a Escrita Académica”, uma série de seminários on-line organizado por mim e meus colegas Elena Soressi e Diego Giménez através do MATLIT LAB: Laboratório de Humanidades do Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Os encontros buscam dar visibilidade e incentivar o debate sobre a escrita académica. Para Aurélien Bénel e Christophe Lejeune (2009), “a subjetividade não implica falta de rigor científico; é uma garantia do mesmo” (Humanities 2.0: documents, interpretation and intersubjectivity in the digital age). Deste modo, os palestrantes são convidados a pensar a objetividade e a subjetividade da escrita e sobre a diversidade dos processos de produção do conhecimento no campo das Humanidades.
A proposta lança algumas questões que, apesar de não encerrarem as possibilidades de reflexão, oferecem um caminho aos palestrantes e participantes: É inevitável a presença da subjetividade na produção de conhecimento? Como a influência dos contextos pessoais, culturais e institucionais afetam a produção de textos académicos? Quais são as implicações pedagógicas da abordagem subjetiva na escrita acadêmica? É possível falar de uma poética da escrita académica? Quais são as possibilidades criativas para reinventar a escrita académica e quais são os eventuais benefícios disso? Qual é o espaço da criatividade na escrita quando a normalização é essencial para a aceitação dos textos em revistas e instituições?
“The Association for Studies in Fiction and Fictionality (ASIFF)/La Société Internationale des Recherches sur la Fiction et la Fictionnalité (SIRFF) is dedicated to developing connections between scholars of fiction worldwide. In a resolutely comparatist and interdisciplinary spirit, it aims to promote studies on fictionality and to encourage exchanges. It brings together specialists of literature, literary theory, cinema, video games, philosophy, psychology and neurosciences. The working languages of the Society are English and French. The Society’s website is bilingual. The initial project arose from a collaboration between Françoise Lavocat (Université Sorbonne nouvelle, France), Alison James (University of Chicago, USA), and Akihiro Kubo (Kwansei Gakuin University, Japan). The goal is to extend this collaborative network to the largest possible number of cultural and linguistic spheres. The Society’s conferences take place every two years (Paris in 2019, Chicago in 2022, Nishinomiya [Japan] in 2024). Where possible, the society also aims to organize seminars and panels at the professional meetings of other large international associations (ICLA, MLA, ISSN).”
It was a hybrid conference (online and in Maribor, Slovenia) whose goal was to gather scholars and experts from various fields involved in the process of capturing and diffusing knowledge and experiences related to cultural heritage, in order to promote inclusive and forward-looking practices within the actions on culture. Our poster was intitled “Grimm Annotations: Tracing Values in Transcultural Fairy Tales” and was presented by Dr. Alba Morollon Diaz-Faes.
I am now part of the project VAST: Values Across Space & Time, funded by the European Union’s Horizon 2020, an international project of which the Institute for the Study of Literature and Tradition (NOVA FCSH) is one of the partners. The project aims to study the transformation of moral values across space and time, focusing on the “core European values considered fundamental for the formation of sustainable communities and enabling citizens to live well together, such as: freedom, democracy, equality, tolerance, dialogue, human dignity, the rule of law.” I am part of the team that examines the past of values in narratives expressed in natural language – in our case, in 19th century fairy tales. If you want to know more about the project, check: https://www.vast-project.eu/ There is also a platform being created that will display many of the project’s results, and can be accessed by anyone: https://platform.vast-project.eu/
My participation in this project started recently and the investigation period is quite brief, but just the idea of dealing with the topic of traditional stories and their “evolution” is super exciting!!!
É com muita alegria que passo a integrar o Grupo de Pesquisa CNPq “Literatura e Design de Artefatos para Crianças e Jovens no Mundo Digital”, liderado pelo Prof. Dr. Douglas Luiz Menegazzi e pela Prof.ª Dr.ª Alice Atsuko Matsuda.
O grupo visa produção de conhecimento teórico e técnico-científico, sobretudo em três linhas:
Design e IHC de Artefatos Literários para Crianças e Jovens: Agrupa esforços para a exploração, desenvolvimento e organização de conhecimentos, modelos, diretrizes para melhores práticas de produção de artefatos de LIJ no contexto das tecnologias;
Literatura, Multimodalidade, Letramentos, Mediação e Recepção: Pesquisas voltadas a compreender oportunidades e impactos de práticas e artefatos literários e tecnologias com os agentes ao seu entorno;
LIJ e Novas Tecnologias: Ocupa-se das novas propriedades, configurações e modalidades da literatura na intersecção com a tecnologia. O grupo se organiza para realização de simpósios, eventos, publicações de pesquisas e dossiês temáticos em conjunto, entre outras atividades.
As atividades do Grupo de Pesquisa podem ser acompanhadas através deste website: https://lijdigital.com/
Passei a integrar o projeto “Murais e Literatura – A Criação Digital em Contexto Educativo”, no âmbito do grupo “Mediação Digital e Materialidades da Literatura” do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra.
O projeto busca criar textos digitais infantis em português com base nos murais do pintor Costa Pinheiro. Tem a coordenação da Profª. Drª. Ana Maria Machado com consultoria do Prof. Dr. Rui Torres (Universidade Fernando Pessoa).